17 Oct, 2017
icon facebooklogo linkinlogo flickrlogo youtube

fundacao lucinda

Jardim Infantil Pestalozzi

A CRIANÇA SERÁ O QUE DELA FIZEREM O SEU GRUPO E A SOCIEDADE
EDUCAR É DAR-SE COMO MODELO
CRIANÇAS CAPAZES DE INTERVIR E MODIFICAR
UMA ESCOLA PARA A INDEPENDÊNCIA E PARA A RESPONSABILIDADE
UMA ESCOLA PARA A INDEPENDÊNCIA E PARA A RESPONSABILIDADE
banner6
A CRIANÇA SERÁ O QUE DELA FIZEREM O SEU GRUPO E A SOCIEDADE
 

A palavra aos Pais, Antigos Alunos e Amigos

Dê o seu contributo Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


Testemunho de uma Estagiária

Família. Família é aquela que nos proporcionou a nossa existência, que nos criou, amou e educou. Família, segundo o dicionário, é um "conjunto de pessoas que vivem na mesma casa" ("família", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, 2008- 2013). Assim, encontro-me aqui, hoje, a prestar o meu testemunho sobre uma grande família, que é a que vive sob o teto de uma grande casa, de uma grande instituição: o Jardim-Infantil Pestalozzi.

Começo por dizer que tive a sorte, a grande sorte de ter sido aceite, como estagiária, numa escola cujo nome não me era nada familiar... lembro-me do dia em que entrei por aquele grande portão verde e pensei "Isto não parece um colégio... isto parece uma casinha!". Quanto mais espaço descobria, menos escola me parecia. À medida que entrava, mais estranhava – "que casa tão bonita, que gente tão feliz" pensava eu. Entrei pela sala de aula, fui apresentada, juntamente com a minha colega e sentámo-nos, preparadas para assistir ao ensino do bê-á-bá. Poucos minutos depois, enquanto a professora conversava (sim, conversava!) com os alunos, uma criança levantou-se e foi abraçá-la. Momento de pausa – "o que é que está a acontecer?", "será que tem problemas?", "aconteceu alguma coisa?" dizia o tico ao teco, na minha cabeça. A professora retribuiu o abraço, ofereceu-lhe um beijo, pediu ao aluno que se sentasse e tal aconteceu. Não consigo tirar esta imagem da minha cabeça, nunca tinha visto nada igual na minha vida – uma professora, que conversa com os alunos e troca carinhos? Não queria acreditar, não me parecia normal, não me parecia que fosse algo que funcionasse dentro de uma sala de aula de 1.º Ciclo do Ensino Básico. Com o passar do tempo a dúvida, já instalada, começou a propagar-se por todo o meu saber e procurei comprovar o método, durante as semanas de intervenção – foi a melhor sensação de sempre. Uma sensação de felicidade que se apodera de nós quando nos encontramos a explicar que "Mar" é o primeiro bocadinho de "Margarida" e, de seguida, misteriosamente, somos sugados para um abraço que é tão pequeno e tão grandiosamente quente ao mesmo tempo.

Posso dizer, então, que tive, também, a sorte de ter sido supervisionada por uma grande, enorme, gigante professora. Cerca de 1,60m de carinho e um sorriso, sempre estampado, que nos alcança e nos abraça. Se eu já sabia qual era o meu propósito na escolha desta profissão de docente, agora eu tenho a certeza: ser professor é ter nas mãos a possibilidade de mudar o mundo. Ser professor é ter a oportunidade de agarrar o mundo e moldá-lo, com todo o dom que as nossas mãos possuírem. Tenho a certeza que a minha querida professora Pestalozziana está a mudar o mundo, porque as crianças que por ela passam, ficam a conhecer o verdadeiro valor de aprender, porque aprender é um direito e nós, professores e futuros professores, temos, também, o direito – sim, o direito! – de ensinar. Todos temos um papel único. O mundo é de todos e para todos e podemos ser tudo o que quisermos nele, porque "somos capazes" – aprendi eu nesta instituição.

No Pestalozzi eu ensinei, fui ensinada e saí de lá encantada! O desejo de voltar não cabe em mim – o desejo de ensinar, que nasceu comigo, transformou-se no desejo de ensinar "à moda do Pestalozzi".

Guardo na memória todas as relações que criei e a forma como fui acolhida por uma comunidade escolar esplêndida, que teve a capacidade de nos fazer sentir em casa desde o início da nossa presença na escola. Termino o meu estágio de coração cheio e de alma pejada e sei, com toda a certeza, que nunca vou esquecer o Jardim-Infantil Pestalozzi: uma grande casa amarela onde vive uma família feliz da qual eu tive a grande sorte de poder ter feito parte.




“Que nota dás à tua infância?”

Um artigo de CRISTINA L. MARTINS HALPERN in “Público” a 22/03/2015

“A avaliação está intricada no ensino, mas esta relação íntima em nada se confunde com o minicircuito a que tudo se quer reduzir – aluno – exame – nota – ranking – sucesso na vida.”

Consulte o artigo completo em http://www.publico.pt/sociedade/noticia/que-nota-das-a-tua-infancia-1689814?page=-1


Junho de 1967

Era um dia de verão que podia ser o primeiro daquela estação. O calor que se fazia sentir deixava adivinhar a proximidade das sempre tão desejadas férias grandes. O ambiente no jardim infantil era já como se de festa: com mais tempo de recreio que de sala. Eram concedidas autorizações aos mais novos para poderem brincar no espaço habitualmente reservado aos mais crescidos. Tão crescidos que já estavam na primária, o que me fazia olhar para eles como se fossem uma espécie de semideuses.

Aquele espaço de recreio tinha para mim um valor muito especial. As ameixeiras, aqueles baloiços grandes o trapézio enorme que não me atrevia a tentar alcançar. O cão de guarda que preguiçava na sua casota construída no vão das escadaria. O espaço onde ficava estacionada a carrinha de marca e matrícula OM, para a qual éramos chamados ao fim do dia e que nos levava as nossas casas com a condução cuidada do Sr. Gordinho. Sempre simpático e brincalhão, parecia não se importar que nos enganássemos oferecendo-lhe um 'R' suplementar ao seu nome, por razões da sua silhueta.

Naquele lugar de estacionamento existiam também pequenas capoeiras de onde se ouviam cacarejares que contribuíam para a harmonia daquele nosso primeiro paraíso.

Para suavizar temperaturas e aumentar as alegrias de fim de ano letivo, as professoras decidiram pegar numa mangueira com a qual nos borrifaram entre gritos e correrias felizes.

Recordo a mana mais velha em corridas alegres e saltos fantásticos desde a zona mais alta até à zona que servia de campo de futebol. Uma espécie de corredor que ia desde o portão de entrada, até aquele recanto com bancos, por baixo da escadaria que dava acesso ao primeiro andar da casa principal.

Os seus carrapitos e o vestido de pequenas florzinhas faziam-me achá-la a Anita dos seus livros lá de casa. Lembro, com uma nitidez perpétua, o seu rosto (se fizesse hoje carrapitos ficaria igual com certeza).

Mais tarde, os mais novos (grupo no qual me incluía) regressaram a zona da infantil para lanches de refrescos e bolos.

Quando acabámos, subimos os poucos degraus junto ao lavatório que davam acesso a secretaria e, evitando esta, virámos à direita, passando pela velha cozinha do piso térreo em direção a um pequeno corredor em 'L'. Este dava, por sua vez, acesso a uma casa de banho, a uma arrecadação e a um pequeno compartimento onde deixavam os nossos casacos e cestos. Ainda à porta para a sala da pré-primária em frente e à direita à da sala da infantil, onde entrámos para nos dedicarmos às nossas atividades o resto da tarde.

Entre jogos e peças de teatro, estava eu sentado no chão encostado à parede e ladeado pelos meus amigos, quando sinto duas pessoas crescidas aproximarem-se de mim. Ao olhar para cima reparei serem a minha mãe e a minha educadora.

Num pulo, pus-me de pé e, saltando para o seu colo, abracei a responsável pela minha existência. Passadas as saudações e inerentes ternuras, fui confrontado com aquela pergunta colocada em harmonias ensaiadas:

'António, quando recomeçar a escola, quer ir para a sala da pré-primária ou prefere ficar mais um ano aqui na infantil?'

Em segundos varri as memórias que tinha da sala que propunham passar a ser a minha. Os tempos em que era o espaço do meu irmão mais velho.

Num canto, um balcão com uma balança e uma caixa registadora, faziam a mercearia onde se podia adquirir os produtos necessários para cozinhar, por exemplo, um bolo. No canto ao lado era simulada uma pequena cozinha na qual se produziam as receitas previamente decididas pela educadora.

A voz da minha mãe trouxe-me de volta, 'Preferes a pré-primária ou ficar mais um ano aqui na infantil, António?'

Foi sem dúvida a primeira grande decisão da minha vida,

'Quero ficar nesta sala.',

respondi eu ainda entre hesitações de crescimentos e amigos que ficavam.

Feitas hoje as contas às arrecuas, passava eu na altura pelos quatro anos da minha vida.

Recordo, ou julgo recordar, episódios mais longínquos. Contudo, sem certezas de terem sido experiências memorizadas por si mesmo ou através de relatos feitos a posteriori em explicações de fotografias.

Sendo esta a recordação mais remota que tenho de mim, é provida duma clareza quase impossível que não consigo ter de alguns episódios do dia de hoje.

Miguel Cerveira do Amaral

(antigo aluno do Jardim Infantil Pestalozzi)


 

carta pai


Rui Moreira (pai de um aluno da sala dos 4 anos)


Um artigo a não perder sobre os exames de 4.• ano deste ano. Assinado por uma mãe de alunas do Jardim Infantil Pestalozzi.

Notas de biologia aplicadas aos exames nacionais do 4.º ano

CRISTINA L. MARTINS HALPERN

Nestes exames (ano 2013/2014) há demasiadas perguntas para adultos pequenos.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/notas-de-biologia-aplicadas-aos-exames-nacionais-do-4º-ano-1638788


Tocaram à campainha e viu-se um "tsunami" de meninos de segundo ano a correr! "Foi a Milinha, que veio fazer uma visita!" Esta foi a resposta a "Qual foi a coisa mais divertida que aconteceu hoje na escola?" e é, para mim, a melhor definição desta escola. Um espaço onde todos se conhecem, onde cada um é único e fundamental.

Quando entrei pela primeira vez na escola o meu filho mais velho tinha dois anos e eu começava a pesquisar uma casa para ele brincar, conviver, aprender, estar, ser. Conhecia a escola de ouvir falar e da experiência de primas e primos que por cá foram passando. Umas das primas (na altura com 17 anos) disse-lhe "estou cheia de inveja de ti! Aproveita bem o Pestalozzi, foram os melhores anos de sempre!". Concluí que a escolha foi acertada.

 

A mim surpreendeu-me que logo no início, quando toquei à campainha a Julieta soubesse que eu era a mãe do João dos três anos. Nesta escola os pais também são únicos.

 

A adaptação dele foi muito fácil. Aprendeu a aprender da melhor forma. Em grupo, olhando o que o rodeia, olhando para si próprio, ouvindo e fazendo-se ouvir. Com entusiasmo, escolhendo os seus ritmos e interesses que sempre foram respeitados - mesmo quando em casa já não podíamos ouvir falar de planetas, ou mais recentemente de focas.

 

Desenvolve competências que vão muito para além da escrita, do cálculo ou do desenho. Aprende a refletir sobre o que acontece – a assembleia de turma é o ponto alto da semana. Aprende o valor da autonomia, mas também da interajuda e do trabalho em grupo. É uma aprendizagem feita de afetos e de respeito mútuo e por isso só pode ter bons resultados.

 

Para o ano a mana mais nova começa esta aventura e eu mal posso esperar, porque sei que vai ser muito bom. Sei que, tal como o irmão, ela vai crescer numa Casa que se preocupa com ela e onde o objetivo é que cresça feliz. Tal como o irmão e as primas e primos ela vai ter a certeza que esta é a melhor escola do mundo.

 

Obrigada a todos

 

Idalina Bordalo (mãe de um aluno do segundo ano) - 2013/2014

 

 


 

Amanhã comemora-se o aniversário de Pestalozzi. Hoje, cheguei atrasada à escola e deparei-me com a azáfama dos pequenos pintores que ajudavam a Professora Manuela a decorar a entrada. O entusiasmo era tanto que a minha filha mais nova nem queria sair. A mais velha, que frequentou a casa amarela até ao ano passado, preparou-se para tirar os materiais e começar a fazer os T.P.C (s) do 5ºano. Sentem-se em casa.

Não posso deixar de agradecer a todos os funcionários a relação tão afetuosa que as minhas filhas têm com a escola, porque são eles que fazem desta escola um lugar tão especial.

 

Aos professores que respeitam os ritmos de aprendizagem, tranquilizam os pais e cativam os meninos. Obrigada Filomena. Obrigada Leonor.

 

Não posso deixar de relembrar o primeiro dia em que visitei a escola, já tinha boas referências, mas foi quando vi a Maria Emília a consolar uma menina que chorava por ter um chapéu rasgado e a prometer-lhe uns momentos de costura, que eu percebi que aqui as minhas filhas não seriam apenas mais umas crianças numa escola. Obrigada Maria Emília, obrigada a todos.


Maria Laura Soares e Nuno Travassos (pais de aluna do 2º ano)- 2013/2014

 


 

Quando escolhemos o Jardim Infantil Pestalozzi, a filha mais velha tinha 3 anos. Lembro-me hoje da primeira vez que entrei na escola e conto muitas vezes, com a maior ternura, como a Berta me ensinou, na primeira visita, a fazer a lancheira. Os truques dos gestos simples de quem muito cuida. Recordo o episódio pelo afeto. E outros tantos, sem número.

 

Na Infantil vi as minhas filhas fazerem as mais bonitas descobertas a partir do pouco e a melhor das sínteses a partir do muito. Viajaram sempre atrás dos seus porquês, construídos no grupo, partilhados em grupo. Na tranquilidade dos dias felizes. Cresceram na descoberta delas próprias e dos outros, do eu e do outro. E do mundo real e do imaginário. Construíram um imenso tesouro – as relações com o outro, as ligações ao mundo, a força do pensamento criativo, a descoberta que conduz ao conhecimento, o pormenor da investigação, a libertação que vem das histórias, dos contos, da dramatização, a poesia solta nas palavras, o fundamento do pensamento lógico, a música que entra no corpo, o corpo em movimento....


E foram tantos os caminhos trilhados - não os conhecia – caminhámos com os educadores, na sua terna sabedoria e arte. Um dia recebi das mais bonitas frases que se pode ler – não a transcrevo, mas no fundo, entre palavras acerca da vida escolar do ano que havia terminado se concluía que a minha filha em muito contribuía para a dinâmica e qualidade da vida na sala e na escola. Esta frase traduz o que para mim é um dos pilares da escola: este sentimento que é vivência, de que cada menino verdadeiramente conta. Um sentimento que se experimenta na intenção e no gesto. No simbólico de cada pormenor.


Depois chegou o tempo da Primária (simplifico assim o primeiro ciclo). E com o tempo da Primária coincidiu, nestes últimos anos, a instalação no nosso país, desta infeliz ventania que nos assola e que tem deixado sinistras marcas na educação, nos programas e nas avaliações descabeladas que impõe. Agora o projeto educativo da escola é outra vez inovador. Cada menino verdadeiramente conta. A aprendizagem será melhor se nascer do que é significativo para cada um. Há que respeitar muitas formas de caminhar, muitas sensibilidades, muitas perspetivas, eu e o outro e o mundo. Cada menino é um ser completo, uma imensa poesia, um céu a riscar, um sonho, uma construção. Cada menino deve experimentar criar, evoluir em liberdade...em autonomia e responsabilidade...


São estes os pressupostos que sinto que enquadram todas as aprendizagens formais e informais ministradas aqui na escola. São estes pressupostos que sinto no agir atento e próximo dos professores. Estas serão as sementes que as ajudarão a construir um futuro feliz, o seu melhor.


Da escola fica por explicar a magia. A magia da algazarra do recreio dos grandes; a magia de espreitar entre os quadradinhos do muro vendo-os, tão pequeninos em cima do escorrega; a magia da areia para mergulhar os pés; a magia da biblioteca; das pinturas lá em cima; do quentinho das castanhas no magusto, do doce do pão por deus; das leituras do jornal de todos – a magia de as ver crescer, tão bem, entre dias felizes.

 

Cristina Martins Halpern (mãe de alunas do 1º e 4º anos)-2013/2014

 


(…)

Este é o último ano que o nosso filho frequenta o Jardim Infantil Pestalozzi. Infelizmente.

Resta-nos agradecer o contributo que o Jardim Infantil Pestalozzi, a todas as pessoas que o compõem, teve na educação e na edificação social e moral do nosso filho ao longo destes sete anos. Assim como das outras crianças e adultos que o frequentam e por lá passaram que, com o seu contributo constroem uma sociedade melhor.

Deixamos assim aqui a homenagem a esta pequenina casa amarela, que é uma grande instituição da vanguarda do pensamento pedagógico em Portugal.

Obrigado.

Francisco Cunha e Patricia Ferreira (pais de aluno 4º ano – 2012/13)

Texto integral em https://www.facebook.com/jipestalozzi


 

 

Hoje foi um dia muito especial. foi o regresso à escola dos meninos e meninas, após duas semanas de férias. Foi emocionante assistir ao reencontro. 
O reencontro entre os meninos e meninas, que já sabem o que é a Amizade e o reencontro com as professoras e professores do Pestalozzi. 
Ao passarem o portão da escola, os professores não conseguiram dar mais de dois passos, sem serem invadidos por pequenos seres com braços enormes, prontos para abraçar, com caras risonhas e gritos de "saudades!!!". 
Parabéns aos professores por conseguirem que os nossos filhos se sintam felizes enquanto aprendem a Ser na escola. 
A todas as famílias Pestalozzianas um Feliz 2013!

Sílvia Ramos ( mãe de aluna do 1º ano -  2012/13)

 

 

 

  

Mais uma vez fiquei feliz e orgulhosa pela escolha que fizemos, quando a minha filha Constança Pinelo, me disse, uma semana atrás: " Acho que o Pestalozzi devia continuar pelo menos até ao 9º ano. Eu sei que depois já não cabíamos todos ali e depois já não era a mesma coisa mas... é que no Pestalozzi eu não me preocupava com nada, era como se estivesse em casa". Que bom que é ouvir isto!!!

 

Sofia Ralha Farinha (mãe de ex-aluna - 4º ano em 2012)


 

 

 

Partilhar este conteudo...

Agenda

No Mês passado Outubro 2017 No Mês próximo
2a 3a 4a 5a 6a S D
week 39 1
week 40 2 3 4 5 6 7 8
week 41 9 10 11 12 13 14 15
week 42 16 17 18 19 20 21 22
week 43 23 24 25 26 27 28 29
week 44 30 31

Contacte-nos

E-mail 
Assunto 
Nome 
Mensagem 
  Envio de cópia
    

Inscrições abertas

A partir de 4-01-2017
Jardim Infantil + 1º Ciclo do Ensino Básico
Informe-se aqui